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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Gizelda Soares: O Aleph

Gizelda Soares: O Aleph

O Aleph


"Não estou em paz; vez por outra entro em grandes conflitos comigo mesmo, que podem durar meses."

As considerações literárias é o que faço ao longo de uma leitura, em função disto existem livros que demoro mais para ler em detrimento de outros.

O Aleph em especial, levei duas semanas para ler, um tempo imenso levando-se em conta que são apenas 255 páginas.

Mas a questão é que cada página me esclarecia uma dúvida, me remetia à um tempo, me despertava sentimentos que estavam adormecidos.
As vezes sinto como se este lugar e este tempo não me pertencessem, então encontro algo ou alguém que me mostram a necessidade do resgate, logo, devo mesmo estar no luar onde deveria estar.

Um encontro, um resgate, uma forma de entender os desafios que me são apresentados ao longo da minha caminhada.

Foi desta maneira que enxerguei o livro, foi assim que ele conversou comigo.

O Aleph de Paulo Coelho, uma leitura esclarecedora e dinâmica. Um encontro.




domingo, 10 de julho de 2011

Desconfiança




Hoje eu vi a indignação nos olhos e nas palavras de uma amiga, e resolvi transcrevê-las pra cá, espero que eu consiga colocar aqui tudo o que ela me disse, de maneira que todos possam entender, questionar, apoiar ou até mesmo repudiar. Eu respeito as opiniões e prefiro não manifestar a minha neste momento, talvez em outro eu faça isso.


"Ele é muito corajoso ou não me conhece, porque um homem que conheça bem a sua mulher não à ignora desligando o telefone e não dando notícias. Quando ele age desta maneira está me dando liberdade de agir assim com ele também, sem contar que com certeza isso me dá uma infinidade de idéias.


E com certeza desculpas ele tem várias, deve ter uma enciclopédia de desculpas. Esses surtos de silêncio só me servem pra uma coisa, pra que eu note que nada é perfeito e que por mais que eu viva nunca vou poder apreciar plenamente a companhia de ninguém.


E me pedem pra baixar a guarda e ser feliz, de que jeito? Baixar a guarda e ser desmoralizada? Baixar a guarda e ser tratada como palhaça? Não obrigada, vou deixar isso pra quem ainda acredita na humanidade, eu tô fora!"


Ela disse muitas outras coisas, mas eu nem me lembro. Então fica aí a pergunta.


Ainda dá pra acreditar na humanidade das relações?











quinta-feira, 7 de julho de 2011

Viver sem medo!



"Amar sem medo! Brincar um pouco com a vida! Sair em busca de nossos sonhos! A cada dia existe uma renovação constante. E nunca um dia será como o outro... Não há dores eternas! Não há lágrimas eternas! Porque a vida é um recomeçar diário."



E por que não pode mesmo ser assim? Por que tem que ser sempre tão complicado?


Se a proposta inicial era viver um sonho, renovação constante e as partes concordaram, então não vejo motivo pra isso mudar. As dores e as lágrimas se foram, mas podem mesmo voltar se o objetivo for mudado.


A vida é tão rara, o momento é tão único e grandioso. E eu, como todos que estão por aqui neste momento anseiam por viver intensamente cada momento, mas o sofrimento está fora de questão. Repetir a história não é uma alternativa.


Vejo as pessoas estragando tudo com propostas diferentes das iniciais, vejo que a sociedade exige uma atitude de nossa parte, do tipo, um relacionamento fixo, uma casa estável, uma família unida. Mas o que significa tudo isso realmente pra alguém que já viveu isso e não viu nada, literalmente?


Eu quero respostas, não propostas. Eu quero acontecer na minha própria vida, não quero que as pessoas dirijam a minha vida. Eu quero continuar vivendo o meu sonho sem ser interrompida por um sonhador.


Se o sonhador me interromper, então eu vou acordar. E se eu me acordar, vou me lembrar de como as pessoas podem ser más, mesquinhas e egoístas. Prefiro meu sonho, onde as pessoas se gostam, e até se amam. Se dedicam umas às outras, e até vivem uns pelos outros. Se respeitam, e até desejam estar sempre juntos.


Mas no meu sonho, apenas sonho em estar sempre junto. Porque no momento de sanidade me dou conta que tudo é perfeito, porque conservamos a individualidade, que me remete à civilidade, e me leva à viver sem medo!

sábado, 11 de junho de 2011

E o meu último post foi exatamente no dia dos namorados do ano passado, e tantas coisas aconteceram desde aquela época.


Mas foram coisas boas, coisas gostosas de se viver. E vivendo assim, eu passei um ano, mesmo vendo caras, bocas e pré conceitos à respeito do que estou vivendo.




O que venho propor hoje é: Que cada um viva intensamente cada momento de sua felicidade, e deixe a felicidade alheia com que tem que estar. É lindo ver as pessoas se curtindo e querendo estar juntas. Eu penso que todos queremos viver isso plenamente, então porque queremos isso pra nós e tantas pessoas não querem que vivamos isso?




Eu quero viver, e você? Eu quero que você seja feliz e viva intensamente toda a sua felicidade. Vem compartilhar comigo desta alegria e desta satisfação, tenho certeza que a sua vida vai melhorar muito mais.




Vamos iniciar uma campanha pela vida: Cada um cuida da sua.




Feliz dia dos Namorados 2011!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Dia dos namorados


Eu gosto do dia dos namorados, pois com ele celebramos o nosso amor e todos os detalhes dessa nossa paixão.
Gosto daquele amor que se recebe sem pedir, daquele carinho inesperado, verdadeiro... Do beijo romântico e que parece se eternizar no espaço, do abraço apertado, acorrentado no coração.
Gosto daquele olhar envergonhado e transparente, daquela mão sempre pronta pra me segurar, da respiração ofegantes e delirante de estar contigo.
Gosto das gargalhadas que vem da alma, exageradas, do soninho no teu colo, no meu ninho, do teu querer-me sempre, do teu mimo.
Gosto de saber que gostas de estar comigo, não importa a hora, nem o tempo, nem o lugar, só o que interessa é a minha presença, a minha pressa, minha festa.
Gosto de saber que te faço feliz, assim como tu me faz, que o teu futuro coincide com os meus sonhos, com o meu querer, que o teu sorriso vem de mim, e o meu de ti, que a nossa felicidade só depende agora de mim e de ti.
Eu gosto de ter-te outra vez comigo, de compartilhar contigo outras risadas, outros sonhos, de te conhecer de novo, de te reconhecer de novo, de te ter, de estar contigo, de ser tua.
Sim, eu gosto e como gosto, das tuas mudanças, do teu prumo, da tua versão melhorada, mais ainda encantada, mas sem perder a tua essência, o teu brilho único, sem perder o nosso amor, que me deixou sempre e me deixa tão apaixonada, no dia dos namorados e sempre.